Foi com muita pena nossa que deixámos o Mar Vista e as galinhas do Sr. Tom. Mas a viagem continua e há boas razões para continuar: a praia.
Fizémos uma paragem para almoço no recomendado Carmel by the Sea. Uma vila muito
simpática, com uma praia com areia branquíssima mas onde os 15ºC continuavam a apertar. Depois de uma passeio (onde vimos um dos Ferrarris mais raros do mundo) e uma pizza num restaurante italiano embarcámos outra vez no bólide para mais quatro horas e meia de viagem até Santa Bárbara (até Carpinteria mais precisamente, a 10 kilómetros de Santa Bárbara).
simpática, com uma praia com areia branquíssima mas onde os 15ºC continuavam a apertar. Depois de uma passeio (onde vimos um dos Ferrarris mais raros do mundo) e uma pizza num restaurante italiano embarcámos outra vez no bólide para mais quatro horas e meia de viagem até Santa Bárbara (até Carpinteria mais precisamente, a 10 kilómetros de Santa Bárbara). Chegámos ao mítico e americanamente conhecido Motel 6 onde rapidamente pusémos as malas no quarto 147 e fomos a correr ver se conseguíamos jantar. Jantámos, e jantámos bem. Depois fomos até à praia para descobrir que a temperatura da água estava igual ao Algarve! O dia seguinte prometia.
Acordámos. Estava tudo encoberto. Mas não houve azar, o nadador salvador disse-nos logo: "isto às 11:30 abre". E assim foi. Depois do pequeno-almoço num dos spots preferidos do Kelly Slater rumámos em busca das ondas. Fomos parar a Ventura, a 50 kilómentros de Santa Bárbara, onde a praia não era má e as ondas também não. O surfista não ficou satisfeito com a prancha que lhe alugaram e por tanto não foi próriamente um dia de surf inesquecível. Eu fiz o meu papel de namorada e esperei na areia enquanto lia o meu novo livro intitulado "It" do sobejamente conhecido mestre do terror Stephen King e me banhava pela primeira vez nas águas do Pacífico.
Ao final do dia fomos finalmente conhecer a famosa Santa Bárbara. É bonito devo dizê-lo, um calçadão interminável à beira da praia, uma rua principal, a State Street, cheia de animação, restaurantes e bares... mas o mais interessante foi o que encontrámos estacionado num dos parques da cidade.
Esta carrinha que vocês vêm pertence a um homem que vive dentro dela e que faz dinheiro das contribuições que os turistas que tiram fotografias possam deixar dentro dum mialheiro em forma de mundo. Ele intitula-se artista que vive dentro e da sua própria arte. Os milhares de peças que fazem parte da carrinha são provenientes de todo o mundo. A carrinha está cheia de provérbios e frases, até autocolantes do Barack Obama, mas a frase que mais me chamou a atenção clamava assim: "is not about how many breaths you can take is about the things that can take your breath away". Lindo não é? No dia seguinte, depois da praínha, fomos ver uma das maravilhas de Santa Bárara. Uma figueira com mais de cem anos que vive num dos cruzamentos da cidade desde que, como reza a lenda, uma marinheiro ofereceu a semente a uma rapariga que por lá vivia. Verdadeira ou não o que impressiona realmente é o tamanho desta árvore que nos fez lembrar imenso uma outra figueira em São Paulo que está, literalmente, dentro de um restaurante e que inclusivamente lhe dá o nome.

Depois de almoçar uma óptima salada de salmão rumámos a sul a caminho de Newport, a 150 kilómetros de Santa Bárbara. Passámos por a famosa Malibu... Não vimos ninguém famoso, nem nenhuma casa digna de alguém famoso e muito menos percebemos porque é que Malibu é tão famoso. Démos também um salto a Santa Mónica, Venice e Huntington Beach. Não ficámos boqueabretos. Estamos em Newport Beach onde vamos passar os próximos três dias. Avisinha-se uma visita a LA, Beverly Hillls e Hollywood... vamos lá ver se o Sul da Califórnia tem tantos encantos como o Norte.
See you soon...
Besos
Rita
8 comentários:
o ferrari em questão é o F50
É pena a fotografia do Ferrari. Não dá para ver a obra prima. E de cor era o bicho? Vermelho, espero.
À parte a figueira e o artista da carrinha, não me pareceu particularmente entusiasmante esse início da incursão para o sul.
Bpa continuação.
Bjs.
Ainda a propósito da carrinha do "artista", pena é não terem uma Senhora de Fátima fluorescente ou um galo de Barcelos para lá deixar a abrilhantar a "instalação"!
O Joca mata-me, quando ler isto... hehehe
"Não ficámos boqueabretos" - pois claro! depois de voar por cima do Grand Canyon e tudo o que já viram que mais queriam?! eu bem disse que era dificil de superar... vamos ver se o letreiro de hollywood vos traz algumas surpresas! besos e pensem nos que nao estao a fazer a viagem da vida deles e nao "exijam" tanto! eheheh
Riri,ontem não estava muito inspirada para comentarios,hoje também não,mas acho que o comentario da Vani está tão acertado (como sempre nela)que faço dela as minhas palavras...beijos e tudo bom Mami
Queridos Rita e João,
Voltei das minhas simples férias no Algarve e estive a ler e a ver o vosso blog. ADOREI ... divirtam-se. Bjs Teresa
Meus Queridos, que bela viagem a vossa, ham? aproveitem bem.
E nós nao temos direito a uma foto do Jonhy vestido de "canga", nas praias do pacífico? pls!
E ja sabem, na vossa proxima visita a SP nao podem perder uma bela caipirinha à sombra da Figueira! está prometido ... Divirtam-se! bjs. Rita Lebre
N e por mal, mas... Carpintarias também há cá muitas, não era preciso ir aos States... A Carpintaria Pinheiro, por exe, ali para os lados de Braga, faz uns PVC mesmo à maneira.
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